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Assistência Farmacêutica

 

A construção de objetivos e a proposição de ações se baseiam em um robusto cardápio de práticas já desenvolvidas em serviços farmacêuticos e na gestão da AF, sempre no sentido de gerar ganhos de eficiência, qualidade e efetividade, nas ações de saúde oferecidas à população.

01

Desenvolvimento de Políticas Públicas de saúde e de acesso a medicamentos;

02

Desenvolver processos de gestão da AF;

03

Atuação clínica dos farmacêuticos e integração com a equipe de Saúde;

04

Gestão Logística e acesso a medicamentos: Propor soluções relacionadas à seleção, programação, aquisição, armazenamento, distribuição de medicamentos no âmbito da AB (garantia de acesso ao usuário);

05

Planejamento, implementação, monitoramento e avaliação de políticas farmacêuticas e de AF, assim como, desenvolvimento de ações para a gestão dos serviços farmacêuticos de forma coordenada com os demais serviços de saúde;

06

Fortalecer e integrar a AF e a promoção do URM nas políticas de saúde;

07

Capacitação de gestores, profissionais de saúde e usuários;

08

Desenvolver propostas de integração com o controle social com formação de vínculos, representação e participação junto à sociedade pela administração pública;

09

Apoiar a implantação de protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas. Capacitar equipes de saúde para o tratamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis - DCNT;

10

Aprimorar as ações da equipe de saúde para educação em DCNT, automonitorização (autocuidado), orientação terapêutica, nutricional e atividades físicas.

11

Desenvolver práticas administrativas para o desenvolvimento sustentável, em que se busca o equilíbrio das dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental;

12

Desenvolvimento de processos que assegurem vida saudável e promoção do bem-estar para todos, em todas as idades, reforçando a capacidade de todas as ações no sentido do alerta precoce, redução de riscos e gerenciamento de riscos;

13

Governança nas áreas de TI, de pessoal, de segurança pública e de aquisições;

14

Reorganização de Sistemas, visando a sua sustentabilidade, principalmente diante do incremento nos custos da saúde (aumento da população idosa e das DCNT);

15

Maior agilidade na busca de fontes de financiamento para a gestão da AF;

16

Desenvolvimento de ações e normatização relativas à governança colaborativa (redes de Atenção à Saúde, buscando alinhar organizações e envolvendo atores para atuarem de forma horizontal dentro da gestão;

17

Definição de responsáveis pelas diretrizes, planejamento, monitoramento, coordenação, execução e controle;

18

Adoção de controles internos para manter os riscos em níveis adequados e aceitáveis;

19

Prover aos cidadãos e usuários, dados e informações de qualidade (confiáveis, tempestivas, relevantes e compreensíveis;

20

Estabelecer sistemas de gestão nas secretarias e em seus setores capazes de planejar, executar, controlar e agir;

21

Desenvolver processos de construção das práticas e itens de controle de governança e gestão pública em saúde;

22

Implementação de controles internos, bem como de setores voltados à auditoria;

23

Produção e aplicação de Instrumentos de referências, diretrizes e protocolos, bem como Procedimento Operacional Padrão - POP, sempre baseados nas Boas Práticas de Gestão e das Políticas Públicas em vigor;

24

Concepção, formulação e desenvolvimento de equipes de técnicos e profissionais na área de AF bem como a devida preparação e capacitação para o enfrentamento da rotina de trabalho (administrativo, do cuidado farmacêutico). Serviços técnico-gerenciais e atividades técnico-pedagógicas.

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